3 R’s – Reduzir – O uso de sacolas plásticas descartáveis

Relembrando: Reduzir – restringir a produção de resíduos, de modo que a quantidade de lixo produzida seja inferior ao que se vinha praticando. É o caso de utilizar embalagens reutilizáveis ao invés das descartáveis.
Em São Paulo, no início de 2012, houve uma tentativa de proibir que estabelecimentos comerciais no estado, distribuíssem sacolas plásticas gratuitamente aos consumidores. Houve muita discussão na ocasião, alguns estabelecimentos queriam passar a cobrar pelo fornecimento de embalagens plásticas (até foi feita uma enquete em nossa página no Facebook), mas ao final de muitas avaliações, o projeto foi vetado em março de 2013, pois alegou-se que era necessária uma regulação da União para todo o território nacional. A Secretaria de Meio Ambiente já tem definida uma lei (artigo 2º da lei 12.300 de 2006) que determina que os esforços do Poder Público sejam para redução, reutilização, reciclagem e recuperação de resíduos.

Então, nos resta como cidadãos, fazer a opção por: sacolas recicláveis, práticas, seguras, impermeáveis, higiênicas e fáceis de limpar.
As Ecobags ou sacolas reutilizáveis verdadeiramente sustentáveis são aquelas feitas com materiais como lona, algodão e plásticos reciclados, opções que combinam leveza, resistência, durabilidade, segurança, praticidade e versatilidade.
Aqui estão alguns modelos e o material utilizado:
Ecobag Cupcake da Espaço Home
material: poliéster
Ecobag e carteira da Livraria Cultura
material: lona
Sacola reutilizável Carrefour
material: ráfia

Sacola reutilizável Extra Hipermercado
material: Pet reciclado
Sacola reutilizável da Vivo
material: nylon, telinha e PVC
Ecobag Camicado
material: polipropileno
Sacola reutilizável
material: polietileno
Sacola reutilizável
material: TNT
No decorrer deste período ainda foram desenvolvidos outros tipos de plásticos alternativos às tradicionais sacolinhas, que podem levar até 450 anos para se decompor:



Plástico verde  Também chamado de polietileno verde, esse plástico desenvolvido pela empresa brasileira de petroquímica Braskem é feito a partir da cana – de – açúcar, matéria-prima renovável. Essa inovação tecnológica, além de ajudar na absorção de CO2 da atmosfera no processo de produção, ainda reduz a dependência de fontes fósseis.


 


Plástico de milho – O plástico feito a partir de amido de milho tem a vantagem de ser biodegradável, ou seja, ele agride menos e se decompõe mais rápido na natureza do que os demais. Em apenas quatro ou seis meses, o chamado bioplástico é praticamente exterminado. E assim como o plástico verde, o de milho ajuda a diminuir a dependência de petróleo.



Obs: Não recomendamos o uso de caixas de papelão para acondicionar suas compras e transportar para casa, porque estudos comprovam a presença de bactérias e fungos patogênicos que podem causar doenças, principalmente em crianças e idosos.


VOCÊ SABIA? –  O conhecido saco de lixo preto é praticamente 100% reciclado? A vantagem é que ele dispensa recursos não renováveis na sua produção, que também consome menos energia do que se fossem feitos a partir de plástico virgem. No momento do descarte, entretanto, o problema é semelhante ao das sacolinhas de supermercado convencionais. O ideal é usá-lo no maior tamanho possível para facilitar sua reciclagem.

Agora é uma questão de consciência… Opte por mantê-las em casa e no carro, para o transporte de compras e outros objetos, dando sua contribuição às futuras gerações!

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